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Akira Sone derruba a cubana Idayls Ortiz e fatura o ouro no judô


JAPÃO - Akira Sone continuou a corrida do ouro do judô no Japão nas Olimpíadas de Tóquio na sexta-feira até derrotar a última Idalys Ortiz de Cuba na luta pelo ouro no judô feminino acima de 78 quilos.


A vitória elevou a medalha de ouro do Japão nos Jogos de Tóquio para 16, igualando seu recorde olímpico anterior, estabelecido quando sediou os jogos em Tóquio em 1964 e igualou nos Jogos de Atenas de 2004.


A vitória da medalha de ouro pela equipe masculina de espada de esgrima no final da noite deu ao Japão sua maior conquista de todos os tempos.


Sone disse estar "cheia de gratidão" pela realização das Olimpíadas, apesar da pandemia do coronavírus, tendo se dedicado a aperfeiçoar seu estilo agressivo e ofensivo de judô.


"Queria partir para a ofensiva primeiro. Pensei: não há como perder", disse ela. "Estou muito feliz por ter colocado todo esse trabalho duro."


Em sua semifinal contra Iryna Kindzerska do Azerbaijão, ela ganhou por ippon por meio de técnicas wazari consecutivas, jogando seu oponente e, em seguida, prendendo-a no chão.


Ela venceu as quartas de final de maneira semelhante, derrubando e rapidamente envolvendo a turca Kayra Sayit pelo ippon no minuto final do regulamento. Harasawa, de 29 anos, sucumbiu na semifinal contra o Krpalek depois de quase quatro minutos do placar de ouro, com o tcheco derrubando-o por um ponto waza-ari.


Ele perdeu a luta pela medalha de bronze contra o grande francês Teddy Riner, na revanche da final dos pesados ​​olímpicos cariocas, após sofrer sua terceira penalidade pouco mais de um minuto no placar de ouro.


"Talvez eu pudesse ter feito mais. No momento, tenho muitos arrependimentos", disse Harasawa. "Só consegui competir aqui por causa de todas as pessoas que me apoiaram, me incentivaram. Lamento não poder retribuir obtendo resultados".