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Cerimônia de acendimento da tocha olímpica de 2022 é recebida sob protestos


GRÉCIA - A chama das Olimpíadas de Inverno de Pequim foi acesa na segunda-feira na antiga Olímpia da Grécia, a cerimônia teve destaque pelos protestos contra a repressão chinesa no Tibete e contra a minoria uigur muçulmana em Xinjiang.


Três ativistas de direitos humanos foram levados pela polícia depois que entraram no local da cerimônia do Templo de Hera e desfraldaram uma faixa "No Genocide Games" logo depois que a chama foi acesa, informou a Reuters.


Quatro outras pessoas foram detidas pela polícia antes da cerimônia, acrescentou o relatório, depois que mais dois manifestantes foram presos no domingo em Atenas.


A cerimônia ocorreu sem espectadores, reproduzindo as medidas de segurança contra a COVID-19.


A cerimônia não foi interrompida pelo protesto com a presença do presidente do Comitê Olímpico Internacional Thomas Bach, dos organizadores dos jogos e do vice-presidente do COI, Yu Zaiqing.


A etapa do revezamento da tocha grega, que normalmente percorre o país por cerca de uma semana, não será realizada antes dos Jogos de Inverno a partir de 4 de fevereiro na capital chinesa.


O esquiador alpino grego Ioannis Antoniou deu a saída do revezamento, passando a tocha para o ex-patinador de velocidade chinês Li Jiajun.


O revezamento continua na terça, no Estádio Panathinaikos de Atenas, antes de chegar à China na quarta-feira.