1665608300863.png

JORNALISMO SIMPLES E DIRETO | O dia a dia do Japão

1665857330426.png
1665857427662.png

1/4
Buscar

Coreia do Norte lança 23 mísseis de uma só vez no dia, com um deles caindo perto do Sul


COREIA DO SUL - A tarde de quarta-feira terminou com lançamento de 23 mísseis, ordenados pela Coreia do Norte. Um deles chegou a cair perto das águas territoriais da Coreia do Sul, no que o presidente Yoon Suk-yeol chamou de "invasão territorial".


No primeiro momento, o boletim militar da Coreia do Sul informou que Kim Jong-un lançou 10 mísseis, apontando que, em seguido, mais 13 foram lançadas aos poucos.


A Coreia do Norte também fez 100 disparos de artilharia em uma área de fronteira marítima, no que especialistas veem como parte da resposta "agressiva e ameaçadora" de Pyongyang aos exercícios militares dos Estados Unidos e da Coreia do Sul.


Essa rajada de tiros levou as autoridades sul-coreanas a lançar um raro alerta de ataque aéreo na ilha de Ulleungdo, pedindo que os habitantes daquela região se protegessem o quanto antes.


Um dos projéteis lançados por Pyongyang cruzou a linha de fronteira norte, a disputada fronteira marítima entre os dois países, e caiu próximo às águas territoriais do Sul.


Esta é a primeira vez desde 1953, quando as duas coreias concordaram em um "cessar-fogo", que um míssil norte-coreano cai quase batendo na porta do território vizinho.


A distância entre o local da queda com o território marítimo foi de apenas 57 quilômetros, o que foi descrito como "altamente incomum e intolerável".


Em resposta a essas ações, os militares sul-coreanos dispararam três mísseis terra-ar perto do ponto onde o controverso projétil norte-coreano caiu.


Pyongyang disparou um total de sete mísseis balísticos de curto alcance e 16 outros mísseis, incluindo seis mísseis terra-ar.


O presidente sul-coreano convocou uma reunião de seu Conselho de Segurança Nacional para discutir o incidente e ordenou uma "resposta rápida e severa" a essas "provocações".


As autoridades do país também cancelaram as rotas aéreas sobre o Mar do Japão, a leste da península, e recomendaram que as companhias aéreas locais desviem suas aeronaves para "garantir a segurança dos passageiros nas rotas para os Estados Unidos e o Japão"