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Dois homens são presos por fraude e persuasão de mulher a participar de supostos filmes


AICHI - Dois membros de uma "agência de talentos" foram presos por tentativa de persuasão a uma mulher, durante uma entrevista de emprego, para se inscrever em aulas de atuação completamente duvidosas em seu ponto de vista.


Tsuyoshi Ohashi, de 57 anos, de Minamichita e seu sócio, Takeru Tsuchiya, de 26, morador de Edogawa, em Tóquio, foram presos sob acusação de violar a Lei de Transações Comerciais Especificadas (por exemplo, ocultação do propósito, indução, deturpação, etc.).


Muitas pessoas ligaram para centros de assuntos do consumidor em todo o Japão para obter conselhos sobre esses casos, conhecidos no Japão como “negócios de audição”.


A polícia aichiana suspeita que os dois funcionários presos da empresa com sede no bairro Naka, em Nagoya, coletaram aproximadamente ¥200 milhões de 1124 pessoas de 11 províncias entre novembro de 2018 e julho de 2022.


A dupla é acusada especificamente de pedir a uma jovem de 19 anos de Ichinomiya, que havia se candidatado a um arubaito, para fazer uma entrevista perto do fim de maio, enquanto escondia seu propósito original de fazer com que ela tomasse aulas e tentou convencê-la a assinar um contrato para tal.


A jovem esteve sob pressão por duas horas, alegando que precisava consultar a família antes de assinar, mas os dirigentes falaram: "Você já é adulta! Deve decidir-se por conta própria!"


Logo depois mentiram para a garota, alegando que estavam procurando pessoas para participar de um filme e que para ter um papel, deveria passar em um teste.


Os dois foram presos e interrogados, mas a polícia não divulgou até a publicação desta matéria se eles confessaram ou não o crime.


Os investigadores disseram que as candidatas foram obrigadas a passar por audições falsas e foram informados que precisavam de aulas por falta de "experiência" e era necessário pagar 300 mil ienes para ter acesso as mesmas.


Segundo a Divisão de Assuntos Econômicos e do Consumidor, órgão comandado pela polícia, a empresa alegou ser uma produtora de entretenimento e anunciou em um site de recrutamento para empregos de meio período como extras e "cantores temporários".


Os acusados são suspeitos de fazer repetidamente solicitações semelhantes sob outros nomes de empresas, tais como "Agência 555" e "Três Cinco Promoção".