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Dono de bar é preso por forçar cliente a se prostituir para pagar conta em Kabukicho


TÓQUIO - Um dono de um bar em Kabukicho, na capital nipônica, foi presa por forçar uma cliente a se prostituir para pagar uma conta que não conseguiu pagar tudo em dinheiro.


A Polícia Metropolitana investiga os detalhes do caso, suspeitando que o dono tenha forçado repetidamente mulheres a se prostituírem em bordéis em Tóquio, Ehime, Fukushima e outras partes do Japão, depois de exigir que pagasse 10 milhões de ienes.


Takuya Akiba, de 27 anos, que atuava em Setagaya, foi preso por suspeita de infringir a Lei Anti-Prostituição por forçar uma garota na casa dos 20 anos, que estava consumindo no local a se prostituir em um bordel em Taito, intimidando-a dizendo: "Quero o dinheiro e rápido!"


Foi descoberto também que duas pessoas passaram pelo mesmo constrangimento por exigência de um dono de um bar. Dez pessoas, incluindo o gerente de um bordel, foram presas por providenciar um lugar para a prostituição.


Os ex-hospedeiros forçaram as mulheres a pagar aproximadamente 10 milhões de ienes na forma de pagamentos atrasados de alimentos e bebidas, e as forçaram a trabalhar em prostíbulos. Em depoimento ele admitiu as acusações.


Canais de youtube nipo-brasileiros como Baka Gaijin, entre outros, que andam pelas ruas, comentaram sobre vários casos desta natureza. Bares e clubes oferecem um valor acessível para consumir o que quiser, mas no fim, ao fechar a conta, recebe uma conta num valor diferente e extremamente alto e em caso de recusa a pagar a conta, sofre ameaças e retaliações por parte dos chefes desses bares.


O Departamento de Polícia Metropolitana está investigando o caso por suspeita de que o dono do estabelecimento forçou repetidamente mulheres a se prostituírem em bordéis de cinco prefeituras, incluindo Ehime e Fukushima, assim como Tóquio.


De acordo com um grupo de apoio para mulheres vítimas da chantagem pornográfica, muitas mulheres que frequentam esses clubes são cobradas com valores altíssimos e forçadas a trabalhar em prostíbulos para cobrir tais contas.

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