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Enviados de 93 países confirmam ida a cerimônia memorial do bombardeio de Hiroshima


JAPÃO - Representantes de 93 nações e da União Europeia devem comparecer à cerimônia de paz deste ano em 6 de agosto para homenagear as vítimas do bombardeio atômico dos EUA em Hiroshima em 1945, disse o governo da cidade na sexta-feira.


Entre as potências nucleares mundiais, Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e Rússia planejam enviar enviados à cerimônia, enquanto a China não comparecerá. Se concretizado, o número de nações a aderir ao evento será o segundo maior desde 2015, quando estiveram representados 100 estados.


Entre os estados com energia nuclear de fato, Israel estará representado no evento anual, enquanto o Paquistão não participará. Espera-se que a Macedônia do Norte envie um delegado pela primeira vez, disse o governo da cidade.


O governo da cidade vai reduzir a cerimônia deste ano como no ano anterior para evitar a propagação de infecções por coronavírus, limitando o número de convidados com assentos para menos de 10 por cento daqueles em anos normais, para cerca de 880.


O número de representantes das famílias das vítimas deve chegar a 24 na cerimônia, o segundo menor da história.


O prefeito de Hiroshima, Kazumi Matsui, fará uma declaração de paz na cerimônia de 50 minutos no Parque Memorial da Paz, que começará às 8h


A primeira bomba atômica do mundo explodiu sobre a cidade do oeste do Japão em 6 de agosto de 1945, na Segunda Guerra Mundial, matando cerca de 140.000 pessoas até o final daquele ano.


Uma segunda bomba atômica foi lançada em Nagasaki, sudoeste do Japão, em 9 de agosto daquele ano, e o Japão se rendeu às Potências Aliadas seis dias depois, marcando o fim da guerra.