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Equipe de cientistas de Ibaraki aprofundam-se em pesquisas para combater distúrbio do sono


IBARAKI - Um grupo de cientistas identificaram parte do mecanismo cerebral que controla a qualidade e a quantidade de sono, uma conquista inovadora que deve levar a novos tratamentos para distúrbios sonolentos.


A descoberta, feita por uma equipe principalmente da Universidade de Tsukuba e publicada na revista Nature no último dia 8, forneceu algumas respostas a uma pergunta antiga: "por que as criaturas vivas ficam sonolentas?"


A equipe pesquisou uma enzima no cérebro conhecida como quinase 3 induzível por sal (SIK3), acreditando que a substância desempenha um papel fundamental na função cerebral para regular a profundidade e o tempo que dormimos. Mas como a enzima funciona não foi determinada.


Os pesquisadores manipularam geneticamente camundongos e descobriram que o SIK3 interagiu com duas outras enzimas e afetou os padrões de sono através de reações em cadeia.


Eles também descobriram que as reações em cadeia regulam a qualidade (profundidade) do sono dentro do córtex cerebral e a quantidade (duração) de sono dentro do hipotálamo, uma pequena parte profunda no cérebro que mantém o equilíbrio interno do corpo.


Os pesquisadores esperam que o desenvolvimento de um agente baseado em SIK3 forneça uma solução melhor para os distúrbios do sono.


Acredita-se que o sono seja controlado não apenas pelas reações em cadeia recém-confirmadas, mas também por mecanismos mais complexos.


"Esperamos que a descoberta leve a desvendar o mistério fundamental de por que aqueles que ficam acordados por muitas horas sentem vontade de ir para a cama", disse Masashi Yanagisawa, diretor do Instituto Internacional de Medicina Integrativa do Sono da universidade, que liderou a equipe.

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