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Ex-presidente da Rússia sugere que Kishida deveria morrer por "seppuku"


RÚSSIA - O ex-presidente russo Dmitry Medvedev pediu neste sábado ao primeiro-ministro, Fumio Kishida, que morra por "seppuku", um suicídio que era feito nas eras feudais pelo samurais ao atirar sua espada contra o próprio abdômen.


O pedido odioso do ex-presidente russo veio após Kishida e o presidente americano, Joe Bdien, alertarem a Rússia sobre usos de armas nucleares na Ucrânia.


O vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia chamou uma declaração conjunta na qual os líderes japonês e norte-americano fizeram do alerta uma "vergonha horrível" e disse que "sequer comentaria sobre a paranoia em relação aos planos nucleares do nosso Estado", informou a agência de notícias Tass, citando em seu canal no Telegram.


Kishida só pode "lavar" sua vergonha se desembaraçar de si mesmo em uma reunião de seus ministros, disse Medvedev, acrescentando que Kishida ignora o fato do Japão ter sido o único país vítima de ataque nuclear.


No comunicado emitido após sua reunião em Washington na sexta-feira, Kishida e Biden disseram: "Afirmamos inequivocamente que qualquer uso de uma arma nuclear pela Rússia na Ucrânia seria um ato de hostilidade contra a humanidade e injustificável de qualquer forma".


Eles também disseram que se opõem firmemente à "guerra de agressão injusta e brutal da Rússia contra a Ucrânia", acrescentando que o Japão e os Estados Unidos continuarão impondo sanções a Moscou e fornecerão "apoio inabalável" a Kiev.

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