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Fugaku, supercomputador japonês, é superado por máquina americana após 8 anos na liderança mundial


JAPÃO - O supercomputador japonês perdeu sua posição de o mais rápido do mundo em termos de velocidade computacional, ficando em segundo lugar depois de estar no topo da lista em um ranking bienal pelas últimas quatro vezes seguidas, informou a Riken.


Nomeado após uma palavra alternativa para o Monte Fuji, Fugaku perdeu o primeiro lugar para o supercomputador Frontier do Laboratório Nacional de Oak Ridge, com sede nos EUA, de um ranking de 500 supercomputadores.


Mas a máquina manteve seu primeiro lugar em um ranking separado com foco no uso industrial.


"Isso mostra que o Fugaku continua a ser um dos principais supercomputadores do mundo em um campo onde a concorrência e o desenvolvimento são ferozes", disse Satoshi Matsuoka, diretor do Centro de Ciência Computacional do instituto na cidade de Kobe, em Hyogo, onde o supercomputador está hospedado.


Desenvolvido em conjunto pela Riken e pela Fujitsu, o supercomputador lançou operações parciais em abril de 2020 e operações em larga escala em março de 2021. Fugaku foi usado para visualizar como gotículas, que poderiam propagar o coronavírus, se espalham da boca e para ajudar a explorar possíveis tratamentos para a doença.


O antecessor de Fugaku, o supercomputador K, foi desativado em 2019.