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Fumio Kishida completa um ano de governo desde que assumiu o cargo de primeiro-ministro


JAPÃO - Nesta terça, completa-se um ano desde que o primeiro-ministro Fumio Kishida foi oficialmente nomeado como chefe do executivo do Japão.


O índice de aprovação de seu governo, que tinha sido estável até o verão, caiu no contexto do tratamento do "funeral de estado" do ex-premiê Shinzo Abe e dos problemas causadas pela ligação de políticos da coalizão governista a Igreja da Unificação, e o gabinete espera recuperar o apoio fazendo o máximo possível para implementar medidas econômicas em resposta aos preços altos.


Durante seu governo, deu prioridade máxima às medidas contra a pandemia e procurou encontrar um equilíbrio entre a prevenção da propagação da infecção e as atividades socioeconômicas, tomando medidas rigorosas e garantindo um sistema de provisão médica.


Além disso, em resposta à invasão russa da Ucrânia, trabalhou com a comunidade internacional, incluindo o G-7, para impor sanções contra a Rússia e apoiar a Ucrânia.


O partido governista saiu vitorioso nas eleições da câmara baixa em outubro do ano passado, logo após sua criação, e nas eleições da câmara alta em julho deste ano.


Neste contexto, a taxa de aprovação do Gabinete, que geralmente permaneceu na faixa de 50%, começou a diminuir em agosto e atingiu 40% no mês passado, o nível mais baixo desde que o governo foi estabelecido.


Em seu discurso político na sessão extraordinária da Dieta convocada nesta segunda, dia 3, Kishida enfatizou que ele "se compromete a enfrentar as vozes severas do povo com sinceridade, humildade e cuidado".


O atual premiê espera recuperar o apoio, entre outras coisas, dando explicações completas para seu tratamento do "funeral de Estado" e da questão da antiga Igreja da Unificação, e fazendo o máximo para implementar medidas econômicas em resposta aos preços altos e ao iene fraco.