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Japão e diplomatas dos EUA concordam em se unir em resposta à China


INGLATERRA - O ministro das Relações Exteriores, Toshimitsu Motegi, e seu homólogo dos EUA, Antony Blinken, concordaram na segunda-feira em aumentar a cooperação ao lidar com questões relacionadas à China e reconfirmaram a importância de manter a estabilidade e a paz em todo o Estreito de Taiwan.


Motegi e Blinken também concordaram em trabalhar de perto para a desnuclearização da Coreia do Norte e compartilharam "sérias preocupações" sobre a continuação da repressão militar aos manifestantes em Mianmar, disse uma autoridade japonesa após suas conversas em Londres.


Em sua segunda reunião presencial, os dois concordaram em promover esforços para realizar um "Indo-Pacífico livre e aberto", conforme prometido por seus líderes no mês passado em Washington.


Uma declaração divulgada pelo primeiro-ministro japonês Yoshihide Suga e pelo presidente dos EUA Joe Biden após sua cúpula tocou em Taiwan pela primeira vez em mais de meio século, numa época em que a assertividade da China em relação à ilha autônoma continua, e expressou oposição a qualquer tentativas unilaterais de mudar o status quo pela força em águas regionais.


As negociações entre Motegi e Blinken foram realizadas antes de uma reunião de três dias dos ministros das Relações Exteriores do Grupo dos Sete países industrializados.


Sobre a Coreia do Norte, Blinken, que já se encontrou com Motegi em Tóquio em março, explicou ao ministro a política atualizada do governo Biden, segundo o oficial, que se absteve de fornecer mais informações.


O governo Biden concluiu recentemente uma revisão das políticas sobre a Coréia do Norte, com o secretário de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, dizendo na sexta-feira que buscará uma abordagem "prática" para livrar a Coreia do Norte de suas armas nucleares e não se concentrará em fechar um grande negócio.