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Presidente e ex-gerente de empresa de ônibus são condenados à prisão em razão de acidente em 2016

NAGANO - Um tribunal julgou culpabilidade por parte de um presidente de uma empresa de ônibus e um ex-gerente de operações, condenando-os a prisão por um acidente ocorrido em 2016 que causou a morte de 16 pessoas.


O Tribunal Distrital de Nagano condenou Misaku Takahashi, presidente da ESP a três anos de prisão, enquanto Tsuyoshi Arai, o gerente, a quatro anos. A acusação é negligência profissional pelo acidente em Karuizawa.


Uma vez proferida, o tribunal alegou "negligência de seus deveres" por parte de Takahashi ao não garantir que o motorista do ônibus, que morreu no desastre, fosse treinado o suficiente para guiar um ônibus, uma vez que Arai já havia tomado conhecimento de que o motorista não havia dirigido um veículo da categoria numa empresa anterior.


Hiroshi Ono, o juiz que conduziu o caso, disse que o acidente "foi resultado de negligência combinada" por parte dos dois homens.


Observou que o acidente foi provocado pela contínua priorização dos lucros da empresa e pelo desrespeito à segurança. Takahashi, de 61 anos, e Arai, de 54, foram conduzidos ao banco dos réus pelo juiz, onde ambos pediram desculpas.


O ponto de discórdia durante o julgamento era se Takahashi e Arai poderiam ter previsto o acidente, mesmo não estando presentes no local do acidente. Os dois se declararam inocentes, enquanto os promotores exigiram penas de cinco anos de prisão para os dois.


Na madrugada de 15 de janeiro de 2016, um ônibus fretado de viagem de esqui ESP saiu de uma estrada em Karuizawa depois de bater em um guard-rail. Dois motoristas e 13 estudantes universitários a bordo morreram, enquanto outros 26 ficaram feridos.


De acordo com a decisão, Hiroshi Tsuchiya, que dirigia no momento do acidente, tinha pouca experiência pilotando ônibus grandes como o envolvido no acidente, e não conseguiu operar adequadamente as marchas ou freios quando o ônibus desceu uma colina.


Os promotores disseram durante o julgamento que a empresa poderia ter previsto o acidente, dada a inexperiência de Tsuchiya, de 65 anos, mas ainda assim permitiu que ele trabalhasse, apesar de ele ter expressado anteriormente preocupação em dirigir um veículo desse tamanho.


O advogado de defesa disse que Tsuchiya não aplicou o freio quando o ônibus estava descendo, argumentando que era difícil prever que qualquer motorista certificado deixaria de tomar uma ação tão básica.

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