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Tribunal de Nagoya recusa novo julgamento a homem preso por matar criança afogada em 2002

AICHI - Um tribunal superior recusou conceder um novo julgamento a um homem que cumpriu 17 anos de prisão por raptar e matar um bebê de 1 ano perto de Nagoya no ano de 2002.


Enquanto os advogados de Masaki Tanabe, hoje com 56 anos, pediram que o caso fosse aberto, sob alegação de confissões infundáveis, o Tribunal Superior de Nagoya achou por melhor manter a decisão de janeiro de 2019 de negar o pedido.


Em 28 de julho de 2002, Tanabe foi condenado por matar Sho Murase, tirando o menino do carro de seu pai e o arremessando ao mar num píer, fazendo com que a criança morresse afogada.


Buscando um novo julgamento, a equipe de defesa de Tanabe apresentou uma análise de um especialista que calculou a maré durante o momento do crime, argumentando que o local real onde o menino caiu no mar não correspondia ao local que Tanabe alegou ser o mesmo em sua confissão.


O juiz Mihoko Tanabe, no entanto, decidiu que a opinião do especialista não era confiável o suficiente: "Não podemos dizer que é algo que altera o julgamento sobre a credibilidade de suas confissões".


A defesa de Tanabe disse que vai recorrer da decisão: "O resultado é lamentável. Não podemos aceitar a decisão", disse Masahiro Goto, que lidera a equipa de defesa, acrescentando: "É um caminho difícil, mas não devemos desistir aqui".


Tanabe, cujo sobrenome era Kawase quando foi preso em abril de 2003, negou as acusações durante o julgamento, e o tribunal o inocentou das acusações de sequestro e assassinato em janeiro de 2006, dizendo que suas confissões não eram naturais e não havia provas diretas ou testemunhas do crime.


Mas a suprema corte aichiana, em julho de 2007, anulou a decisão do tribunal distrital e o condenou a 17 anos de prisão, dizendo que suas confissões eram críveis. A decisão foi finalizada em 2008, depois que a mesma confirmou a decisão da alta corte.


Tanabe entrou com um pedido de novo julgamento em 2016, mas foi rejeitado em 2019, levando os advogados de Tanabe a continuar investigando o caso. Ele foi solto em agosto de 2022 após cumprir a pena completa.

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