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Universidade de Tóquio detecta proteínas causadoras de alzheimer em estágio precoce em japoneses

Uma equipe de pesquisa da Universidade de Tóquio anunciou a detecção de acumulações de proteínas, associadas ao Alzheimer, em amostras de sangue de japoneses com sintomas leves ou inexistentes, o que pode permitir uma detecção mais fácil e precoce da doença.


Os resultados, baseados no primeiro estudo em larga escala com japoneses, podem levar a diagnósticos mais eficientes do Alzheimer em estágio inicial, condição causada pelo acúmulo de proteínas beta-amiloide e tau no cérebro, que destroem células nervosas.


Publicado na revista *Alzheimer's Research and Therapy*, o estudo surge após o lançamento no Japão do Leqembi, um novo medicamento para Alzheimer desenvolvido pela empresa japonesa Eisai e a americana Biogen, destinado a pessoas com acúmulo de proteínas beta-amiloide.


Atualmente, para usar o Leqembi, é necessário verificar o acúmulo de proteínas através de exames caros e invasivos, como escaneamentos e análise do fluido cerebrospinal. A possibilidade de diagnóstico via exames de sangue representa um grande avanço, segundo os pesquisadores.


No estudo, foram coletadas amostras de sangue de 474 japoneses com comprometimento cognitivo leve ou sem sintomas. Os níveis de proteínas beta-amiloide e tau foram medidos e, juntamente com informações clínicas, usados para prever resultados de escaneamentos com alta precisão.


O professor Takeshi Iwatsubo, que liderou o estudo, afirmou que encontrar essas proteínas em pessoas assintomáticas era considerado difícil, mas espera que o estudo leve a diagnósticos muito precoces usando exames de sangue.


O Alzheimer é a forma mais comum de deficiência mental, e estudos preveem que 4,71 milhões de idosos no Japão serão afetados pela doença até 2025, aumentando para 6,45 milhões até 2060, representando aproximadamente um em cada seis indivíduos com 65 anos ou mais.

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